Eu vejo, como vejo os cenarios inconstantes da imaginação.... tuas maos a tamborilarem sobre a mesa, e tambem, quando cerras as palpebra...

quasi una fantasia

Eu vejo, como vejo os cenarios inconstantes da imaginação.... tuas maos a tamborilarem sobre a mesa, e tambem, quando cerras as palpebras, vejo teus olhos a se movimentarem sob elas, em um murmurio mudo de apreciação, como quando sonhamos. Nao é algo de uma extraordinaria vidência, bem sabes, mas por que ja vi tal coisa à minha frente... em um dia frio, o ar sair condensado por entre teus lábios, em um suspiro que o piano sempre te provoca.... tal como o violino faz comigo, a palpítação do coração, arrítmico em contrapunto e fugue. Para as sonatas dou meu sono, teus suspiros e arrepios, em um tributo aos gênios. e um pedido, humilde, de que cuidem bem de nossos coraçoes.

2 comentários:

  1. E meus dedos desenhando passos de tango sobre uma mesa decoradas de lápis antigos. Uma tarde com aroma de canela, vinda do canto mais sombrio da minha lembrança.

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  2. Ão de cuidar, e se forem bondosos, muito mais que isso.

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