Tento não relembrar meus planos assassinados, meus desejos mortos, a sami criança, a sami da semana passada e a de ontem. não consigo... n...

poderia, mas não é...

Tento não relembrar meus planos assassinados, meus desejos mortos, a sami criança, a sami da semana passada e a de ontem.
não consigo... não muito bem, mas tento.
Algumas coisas são como são, simplesmente e não posso fazer nada.... me vejo de mãos atadas, consciente de que o passado é inalterável, vulnerável a um futuro sem planos...
No meio... a equilibrar-me em uma ideia vaga do que tenho de fazer no dia de amanha e nenhuma sobre a próxima semana, quem dirá no próximo mês, próximo ano....

poderia ser só cansaço...
poderia...



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uma vez escrevi algo que parecia um poeminha bobo de adolescente, quando eu já não era mais uma adolescente, e era assim:

"que mal me fazem as fotografias,
que bem me faz essa tua malicia,
tao bem que nem me importaria,
em queimar dentro de mim"

Um comentário:

  1. Quem dera sentires tu que tão pouco atadas são tuas mãos frente a este não-mais-exótico-e-estranho-desconhecido...
    ...e saberes que és livre para voar

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