velha por que ja há uma nova para substituir a que a força das aguas inabilitou. vejo o suposto triunfo do humano e da natureza, que se in...

da sacada do hotel eu vejo a velha ponte.


velha por que ja há uma nova para substituir a que a força das aguas inabilitou.
vejo o suposto triunfo do humano e da natureza, que se interpoe com o tempo.
falo assim como se o humano nao fosse natural. Mas quando ele luta assim, contra a força da mae terra é o que me parece.
Não, eu não sou contra as pontes e as infinitas rodovias, tampouco contra a urbanização dos nossos dias. sou urbana demais para ir contra isto.
Digo apenas que há certos caminhos que os homens não devem tentar transpor, mas o consegue por teimosia.
no caminho vi um tunel ser aberto no coração de uma montanha, me lembrei dos 50 minutos que levou para que atravessasse um assim no Rio de Janeiro a tantos anos atraz.
nao consigo aceitar simplesmente.
o meu "urbano" se nao é humano, é perfeitamente natural.

Um comentário:

  1. como é bom viajar, ver novas (nem tanto) coisas, respirar um ar diferente, pessoas ...

    o mar é perigoso, dentro dele ha sempre coisas velhas que são novas para nós, que assustam e surpreendem, ele pode consumir ou alimentar sonhos, mas nada nele podem ser controlado pela humanidade.
    tenho medo do mar, ele nos chama.. mas gosto de sentir medo e dor (hahaha, ri com o duplo sentido disso)

    invejo-te, queria ver o que tu ta vendo. aproveite.. de para ele um pouco de agonia do cotidiano e das expectativas.

    ***

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