abandonei meu medo, fechei os olhos e respirei fundo. muitas vezes fechamos os olhos para os nossos sonhos, ainda mais quando eles dependem ...

a respiração

abandonei meu medo, fechei os olhos e respirei fundo.

muitas vezes fechamos os olhos para os nossos sonhos, ainda mais quando eles dependem de outras pessoas... como o simbolo de um compromisso, porque de nada adianta algo fazer sentido a uma unica pessoa, futilmente.

... mas entao, percebendo isto, dando-me conta destas coisas, voces podem ver, eu cresci, mas que importa? que idade eu tenho? 20? 17? 15?...50? 90? ou será exatos 237 anos?

minhas crianças serão sao sempre minhas crianças, em qualquer época.

e... é claro , crianças que a vida nos faz abandonar nossos mais profundos desejos. e pensamos muitas vezes que a vida é desilusao e desencanto. Nao estou aqui para dizer que nao é assim, nao tenho poder suficiente para abrandar tais pensamentos. Mas que então seja feito o melhor que puderem, da melhor forma possivel.

somos crianças hoje, fomos crianças ontem, o fomos, no domingo passado, na frente daquelas pessoas todas.


Eu sou a criança do meio, à minha volta minhas duas crianças mais doces.








2 comentários:

  1. ...adoravel comentário...
    ...aproveitamos ao máximo...este momento...
    ...amu vcs p sempre...

    ..bjs Alice..Eva..Criança...:*

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  2. E meus déja vú's, me enchendo sempre de temores e confusões.
    E meus sonhos, com meu nome escrito em tantos lugares, de tantas formas diferentes, e tantos tons de voz sua, me chamando do fundo dos nossos olhos cerrados.
    Que há de ser? Após tanto tempo, um tempo irreal, em que nossos rostos tomam feições de adultice crônica?
    Sonhos... Minha última frase antes de irmos embora no último barco da Ilha. A voz embargada.
    "Quieta, quieta... Dorme e esquece. Se for se lembrar, que seja em forma de sonho, em que as nossas lágrimas eram doces de verdade."
    E eu mordi os lábios pra sentir pela enésima vez, pra me certificar que estava viva, e pra minha felicidade meu lábio sangrou.

    E me senti feliz por no outro dia, ter acreditado no que eu havia falado.
    Eu tive a consiência no outro dia. a que eu sempre quis ter.
    Fora SIM, um sonho. Doce e que me fez feliz com seu veneno viciante.






    Eu bebo, com gosto, me embriago.

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